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Festival Literário de Feira de Santana é aberta com participação de Margareth Menezes

Em uma convivência criativa com livros e arte, de 25 a 30 de setembro, ocorre a 11ª edição da Feira do Livro – Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (FLIFS), com uma programação variada para diversos gostos e idades. Nesse contexto, a Fundação Pedro Calmon (FPC), órgão vinculado à Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA), participa do evento oferecendo palestras, workshop e programações para crianças.

Para o anfitrião da feira, o reitor da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Evandro do Nascimento, “a FLIFS é um evento consolidado e a parceria da FPC ocorre desde o início oferecendo uma programação cultural que enriquece o festival”, disse ele. Segundo o diretor geral da FPC, Zulu Araújo, “essa parceria dá uma contribuição com o objetivo de promover e estimular a leitura em Feira de Santana. E o fato da Feira ser focada no público estudantil as atividades são construídas nesse sentido”, afirmou o diretor.

A solenidade de abertura contou com a participação do diretor da Fundação; do reitor da UEFS; além de outras autoridades, como o arcebispo Dom Zanoni; o diretor do Núcleo Territorial, Ivamberg Lima; a representante da secretária de Educação do município, Lucila Lima; o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Edson Borges; o pró-reitor de Extensão da UEFS, Márcio Oliveira; o gerente do SESC, Fabrício Freitas; e a coordenadora do evento, Eliana Lima.

Neste primeiro dia do evento, a FPC ofereceu uma programação especial com a cantora Margareth Menezes, através do projeto O Violão e A Palavra, que buscou unir a música à poesia com o objetivo de demonstrar a força da palavra cantada. A artista que está em fase de comemoração pelos 30 anos de carreira apresentou um repertório autoral e representativo da sua trajetória.

De acordo com ela, “é um prazer participar desse projeto que fala de música, composição e a ligação que existe com a poesia. Isso é arte que é essencial para o ser humano”, afirmou Margareth.

O projeto que intercala história, recitação de poesia e música, mediado pelo escritor Saulo Dourado, possibilitou que a artista falasse sobre seus livros preferidos, assim como escritores que marcaram sua imaginação e inspiraram composições. Ainda segundo a cantora, “existem músicas inspiradas em livros e esse projeto me inspirou a trazer um repertório autoral para contar um pouco da minha história”, afirmou Margareth.

Fiel às raízes, Margareth disse da mistura de elementos africanos, brasileiros, indígenas e pop em seu estilo musical, num movimento que ela mesma denominou como AfroPop Brasileiro. Nesse sentido, ela cantou a música Faraó que é um clássico em sua carreira.

Na oportunidade, a cantora que celebrou bodas de pérola como artista, em 2017, demonstrou sua versatilidade na construção e participação de diversos projetos realizados que englobaram diferentes ritmos, com arte, cultura e música. “Sempre busco cantar músicas que passem alguma mensagem e tem letras que não canto”, afirmou ela.