segunda-feira , outubro 22 2018
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Marcos Lima pede definição de candidatos feirenses para as eleições

No uso da tribuna, na sessão ordinária desta segunda-feira (07), na Câmara Municipal de Feira de Santana, o vereador Marcos Lima (PRP) tratou sobre as proximidades das eleições e a indefinição dos candidatos da cidade. O edil também abordou sobre a necessidade de inserção de intérprete de libras nas secretarias municipais.

 “Estamos a cinco meses da realização das eleições e o que estamos vendo é a indefinição de quem serão os candidatos da nossa cidade. Isso prejudica o Município, pois o deixa vulnerável permitindo que os candidatos de fora se aproximem. Não quero que aconteça aqui o que aconteceu em Salvador. A oposição está obtendo vantagens, a exemplo do pré-candidato Zé Neto, que está crescendo. Estamos deixando o espaço aberto. É preciso haver reuniões, definições, diálogos porque não se faz política em cima da hora. Se continuar com essa indefinição vamos ter uma enxurrada de votos para a oposição”, pontuou Marcos.

Em aparte, o vereador Zé Filé (PROS) disse que o colega tem razão. “Porém, o Governo Municipal se preocupa apenas com ele e não com vocês que pretendem entrar na disputa. Vão vir candidatos de fora. E aproveito para dizer que os meus candidatos saão Otto Filho e Targino Machado, que trabalham muito por nossa cidade”, afirmou.

De volta com a palavra, Marcos Lima afirmou que, diante das circunstâncias, se o colega Luiz Augusto de Jesus não se mobilizar continuará sendo apenas candidato. “Não irá se eleger, como aconteceu em outras eleições. O prefeito Colbert precisa conversar com a bancada e orientar quem tem chances, quem ele irá apoiar, pois enquanto isso Zé Neto está nadando por não ter adversários”, observou.

Também em aparte, o líder governista, Luiz Augusto de Jesus, Lulinha (DEM), afirmou que não está parado. “Estou andando, correndo atrás. Tenho certeza que o povo vai reconhecer quem trabalha. Ouvi Zé Filé dizer que Otto Filho trabalha por Feira, por favor, me faça uma garapa”, disse.

Novamente com o uso da palavra, Marcos Lima disse que é preciso combater o que está acontecendo. “Estamos de braços cruzados. É inadmissível uma cidade com mais de 400 mil eleitores não elegermos deputados da terra. As coisas estão difíceis e se não tomarmos uma atitude, vai acontecer em Feira o que aconteceu em Salvador”, avaliou.

Intérprete de libras

Ainda no uso da tribuna, o vereador Marcos Lima relatou que visitou uma associação de deficientes auditivos, que teve o convênio findado com a Secretaria Municipal de Educação, e percebeu a necessidade de comunicação destas pessoas.

“Eles não têm como se comunicar onde chegam. É preciso ter intérprete de libras nas secretarias municipais para que estas pessoas sejam ajudadas no tocante à comunicação. Feira precisa se dedicar mais a estas pessoas. Intérprete de libras nas secretarias hoje é uma necessidade”, pediu.