domingo , abril 23 2017
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Parque do Saber hasteia Bandeira Internacional da Paz e Cultura

Após 82 anos de instituída na América por todos os países do continente, a Bandeira Internacional da Paz e Cultura passa a ser adotada pela Prefeitura de Feira de Santana em espaços públicos, visando estimular a preservação e proteção do patrimônio natural e cultural da cidade. O primeiro lugar a hastear o símbolo foi o Parque do Saber Dival da Silva Pitombo, na manhã desta quarta-feira, 19, durante solenidade que contou com as presenças de secretários municipais e também representantes de organizações não governamentais.
O hasteamento da bandeira em Feira de Santana também é marcado pela instituição do Dia Municipal de Preservação e Proteção do Patrimônio Natural e Cultural, instituído através da lei municipal 537/2015, cuja comemoração foi adiada em função do feriado da Semana Santa. Com isso, o Poder Executivo Municipal passa a listar também o patrimônio natural e cultural da cidade, seu estado de conservação e a necessidade de restaurar ou conservar.
O hasteamento da bandeira em órgãos públicos de Feira de Santana passa a ser coordenado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMAM), através do secretário Sérgio Carneiro. Na solenidade pela manhã, esteve acompanhado do representante do Ecobairro, Paullo Santos; o educador ambiental João Dias e do vice-presidente da Associação Comercial da Bahia, João Lopes Araújo.
O secretário de Meio Ambiente, Sérgio Carneiro, ressaltou o compromisso do governo do prefeito José Ronaldo de Carvalho  com a preservação do meio ambiente, ao destacar a promoção de dois seminários internacionais ligados às questões ambientais, nos últimos três meses. “Além disso, na semana passada promovemos um reunião com empreendedores de energia solar e acadêmicos e hoje, pela primeira vez, o Conselho de Meio Ambiente da Fieb faz reunião fora de sua sede, aqui em Feira de Santana”, frisou.
Já o representante do Ecobairro, Paulo Santos, observou a importância da Bandeira Internacional da Paz e da Cultura chegar a Feira de Santana como símbolo de preservação do meio ambiente, principalmente por ser um tratado internacional assinado por 21 países da América, do qual o Brasil  faz parte mas não vinha cumprindo o tratado.