segunda-feira , agosto 20 2018
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Pesquisa revela que mais de 90% das pessoas estão infelizes em seus trabalhos

O índice de insatisfação e infelicidade no ambiente corporativo está alto. Pelo menos é o que aponta uma pesquisa realizada por Fredy Machado através do aplicativo Survey Monkey e que faz parte da obra – “é possível se reinventar e integrar a vida pessoal e profissional”, lançado recentemente pelo selo Benvirá, da Editora Saraiva. A pesquisa, realizada em 2017, aponta que 36,52% dos profissionais estão infelizes com o trabalho que realizam e, 64,24% gostariam de fazer algo diferente do que fazem hoje para serem mais felizes. Esse estudo revela uma realidade preocupante hoje no mercado de trabalho e algo precisa ser feito para mudar esse cenário, alerta o autor.

Foram pesquisados mais de 300 profissionais, de 21 estados brasileiros e 14 países representados tendo 18 brasileiros expatriados com faixa etária entre 26 e 60 anos de idade – “a pesquisa quer medir o quanto os profissionais de diversas áreas de atuação em diferentes regiões do Brasil e expatriados tem a percepção de balanceamento entre vida pessoal e profissional”, explica Fredy Machado.

Mundo corporativo causa depressão

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a depressão no mundo corporativo será a segunda principal causa mundial de afastamento de profissionais no mundo até 2020. No Brasil, estima-se que 5,8% da população tenha a doença. A Previdência Social registrou, em 2016, o afastamento de 75,3 mil trabalhadores por causa de quadros depressivos —37,8% do total de licenças por distúrbios psíquicos. O país é o quinto no planeta em número de casos. As empresas hoje gastam aproximadamente R$ 206 bilhões anualmente com a depressão de colaboradores.

Fredy acredita que é possível passar de uma trajetória desbalanceada e sem integração, para uma vida na qual as atividades de casa e do trabalho estejam e sintonia e convivam em harmonia – “É necessário que o profissional faça um mergulho em si e descubra seu propósito de vida. Descubra que é possível ter uma vida plena, na qual as atividades profissionais e pessoais sejam igualmente prazerosas e capazes de tornar você e seus entes queridos pessoas mais felizes” – revela.