segunda-feira , setembro 16 2019
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Governo Municipal mantém sorteios de boxes do Centro Comercial Popular e propõe alternativa para redução de preços

Os sorteios de boxes setorizados no Centro Comercial Popular (CCP) vão continuar até o final deste mês. A decisão foi mantida durante audiência no Ministério Público, na manhã desta quarta-feira, 28, quando também foi apresentado alternativa para redução de preços dos aluguéis dos espaços.

Com a decisão de manter o cronograma dos sorteios dos boxes até final deste mês, o sorteio programado para esta quarta-feira, 28, foi transferido para o próximo dia 30, também no Centro Comercial Popular, em função da reunião no Ministério Público.

Participaram da reunião o prefeito Colbert Martins Filho, o promotor público regional Ernesto Cabral, o presidente da Câmara de Vereadores José Carneiro (acompanhado de outros edis), o secretário do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Settdec), Antônio Carlos Borges Júnior, o procurador geral do Município, Cleudson Mascarenhas; representantes do Consórcio Feira Popular e representante do Sindicato dos Camelôs, Êmerson Mascarenhas.

Diante de divergências, cada vereador colocou perguntas na mesa para ser respondida pelo Consórcio, sendo o Ministério Público o mediador da situação. Foram registrados em ata todos os pleitos e sugestões.

Foi solicitado pelo Sindicato dos Camelôs e pelos vereadores a redução da taxa de aluguel, revisão de contrato e também definido que os sorteios iriam continuar, já que mais de 450 ambulantes já foram sorteados conforme sua atividade e setor, desde dia 21 deste mês.

O secretário Antônio Carlos Borges Júnior ressaltou que em decorrência da reunião no Ministério Público, o Consórcio Feira Popular colocou a possibilidade também de, ao invés de diminuir taxa, reduzir o tamanho dos boxes daqueles cidadãos que têm interesse de pagar menos, já que os valores de aluguéis são calculados com base no metro quadrado. “Desta forma a opção finaceira do preço do aluguel é compatível dentro da realidade de cada ambulante”, observa Borges Júnior.

Houve também a solicitação de carência, reivindicação que ficou de ser discutida mais adiante, já que trata-se de relação direta entre ambulantes e a empresa.